Tendências de segurança para 2017 em Cloud Computing

Confira três tendências em segurança para 2017 que consideram ofertas em Nuvem

A proteção de dados importantes é uma das maiores preocupações das companhias na hora de automatizar processos. Cientes disso, a indústria tem apresentado constantemente ao mercado novos mecanismos para diminuir o risco cibernético e fazer com que a migração seja mais tranquila. Algumas dessas inovações estão sendo oferecidas no modelo de Cloud Computing (Computação em Nuvem). Apresentamos aqui três tendências em segurança para 2017 de negócios digitais e que passam pela Nuvem.

O processo de digitalização dos negócios com o uso de tecnologias emergentes tem desafiado a segurança da informação das empresas. A entrada na Era Digital exige uma estratégia bem alinhada de automação e reforço dos mecanismos de proteção dos dados sensíveis.

A iniciativa tem que levar em conta as regras que regulamentam o negócio, contar com políticas de segurança e considerar investimentos em tecnologias mais sofisticadas para aumentar a proteção de dados no mundo conectado.

Analistas do Gartner aconselham que as companhias destinem entre 4% e 7% dos seus orçamentos de TI para segurança da informação. Índices abaixo desses patamares são recomendados apenas para as corporações que já possuem sistemas sólidos de proteção e que estão menos vulneráveis.

Três tendências em segurança para 2017

Com base em estudos de diferentes consultorias que monitoram o mercado de TI, apresentamos a seguir três tendências em segurança da informação para 2017.

1-Maior foco na proteção de dados

Um relatório da IDC sobre previsões de investimentos em Tecnologia da Informação (TI) e tendências para 2017 em segurança mostra que os CISOs (Chief Information Security Officers) estão mais focados na proteção corporativa.

Prova disso, é a disposição das companhias em aplicar mais nesta em soluções de proteção. De acordo com a IDC Brasil, os investimentos em segurança da informação devem ultrapassar US$ 360 milhões até o final de 2017 no mercado local.

As principais áreas de interesse dos gestores de segurança para novos projetos são Gestão de Identidades (IAM), com 58% de intenções de investimento, e Correlação de Eventos (SIEM), com 57% dos entrevistados. Ambas as soluções podem ser contratadas com ofertas em Cloud Computing.

Um dos desafios desses executivos é endereçar cenários complexos de Internet das Coisas (IoT) por meio do endurecimento e da padronização de práticas de segurança para dispositivos conectados.

Entre os CISOs entrevistados pela IDC, 79% disseram não considerar que as práticas para lidar com segurança da informação em IoT estejam bem definidas no mercado.

2- Cloud Access Security Brokers (CASBs)

Os Cloud Access Security Brokers (CASBs) são corretores que oferecem serviços de segurança em Nuvem. Eles entregam serviços por meio de múltiplos provedores de Cloud. A oferta contempla software (SaaS), infraestrutura (IaaS) e plataforma (PaaS) para que os CISOS possam definir políticas, monitorar o comportamento dos eventos e gerenciar riscos em todo o conjunto de serviços usados em Nuvem pela empresa.

Os CASBs atual há algum tempo, mas seus serviços começaram a ser disseminados mesmo a partir de 2016. As previsões dos analistas de mercado são de que esses agentes vão ganhar mais reconhecimento em 2017, com grandes fornecedores de TI contratando investindo nesse nicho de ofertas em Nuvem.

3- SDN no controle da segurança

A tecnologia Software Defined Networks (SDN) ou rede definida por software tem grande potencial para ajudar as companhias com reforço dos mecanismos de segurança.

O sistema permite aos administradores programar uma grande variedade de dispositivos de rede a partir de um controlador de software central. A abordagem possibilita fazer ajustes com mais velocidade e gerenciar específicos de ataques.

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