On-premise x Cloud: qual é mais econômico para Apps

Desenvolver Apps em plataformas Cloud Computing pode ser mais vantajoso que em ambiente On-premise

O fascínio dos usuários pelos dispositivos móveis desperta empresas a criarem uma diversidade de serviços online para se aproximar desses consumidores. É uma estratégia que leva as companhias a analisarem o que é mais econômico: o desenvolvimento de Apps (Aplicativos) em servidores on-premise ou em Cloud Computing (Computação em Nuvem) para atender a clientela que usa smartphones e tablets?

Avaliamos as vantagens dessas duas infraestrutura e mostramos as diferenças entre ambas e o que sua companhia ganha com o uso de máquinas virtuais.

Com a onda dos Apps, as empresas estão em busca de economia na hora de criar, fazer testes dessas aplicações e armazená-las para que os usuários possam baixá-las a hora que quiser. Nessa hora é natural colocar na ponta do lápis qual plataforma gera mais economia:on-premise ou Cloud Computing.

A opção on-premise é o uso de servidor no sistema tradicional de Tecnologia da Informação (TI). É a modalidade em que a empresa mantém uma máquina dedicada, funcionando nas instalações internas sob sua responsabilidade. Nesse caso, a empresa assume o trabalho de configurações, customizações, implementações e atualizações do equipamento, bem como das aplicações de software.

O servidor em Cloud é uma máquina virtual que a empresa contrata e possui capacidade para armazenamento de acordo com a sua necessidade. Sua contratação é por serviço.

A principal diferença entre servidores on-premise e em Cloud Computing é que um é para acesso local e o outro fica remoto. No caso do primeiro, é necessário fazer investimento em ativo físico e no segundo o uso é pela modalidade de serviço.

Desenvolvimento de Apps On-premise x Cloud Computing?

Apresentamos a seguir, comparativos entre o uso de servidor On-premise e em Cloud Computing para desenvolvimento de Apps corporativos.

Economia de custos

Para desenvolver os Apps no modelo On-premise, a empresa terá de comprar um servidor ou alocar uma máquina para essa finalidade, arcar com custos de manutenção, recursos de rede, comunicação licença de software, suporte e atualizações. Será preciso também ter instalações adequadas para operação do equipamento com refrigeração, energia elétrica e mecanismos de segurança.

No modelo de Cloud Computing não é necessário comprar máquinas. O uso de IaaS (Infraestrutura como Serviço e PaaS (Plataforma de Desenvolvimento como Serviço) permite o uso de todos os ativos de TI para criação dos Apps como se fosse no regime de aluguel, com pagamento de mensalidade por uso.

Mais flexibilidade

Os servidores em Nuvem oferecem a flexibilidade de expansão da capacidade conforme a necessidade da empresa pelas características de elasticidade e escalabilidade. Sua companhia pode aumentar ou reduzir a quantidade de recursos.

Já no modelo on-premise, há limitação. Caso precise de mais capacidade, sua companhia terá de comprar mais servidor físico, podendo ficar com máquina subutilizada em determinados períodos do dia.

Troca de Capex por Opex

A Cloud Computing permite um modelo de financiamento diferente trocar o investimento em capital pelo gasto com manutenção. Ou seja substituir o Capex (Capital Expenditure) por Opex (Operational Expenditure).

O Capex é o dispêndio de recursos com aporte em bens de capital. É o montante aplicado em expansão ou modernização como a compra de um servidor para o Data Center. Já Opex é o custo operacional ou despesas para manter ou melhorar os negócios. Os recursos de TI adquiridos na modalidade de serviço, como os contratados em Cloud Computing se enquadram nessa categoria.

Ao migrar para Nuvem, as empresas passam a comprar menos hardware que no On-premise, diminuindo investimentos em ativos físicos. A mudança faz com que o dispêndio em Capex seja menor. Assim, a companhia pode empregar o capital em outros projetos.

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